A poesia de Alexandra Jacob



A poesia acaricia minha alma
Faz brilhar o olhar
Corpo leve como seda dança no vento
Semblante intacto mente desarrumada
A poesia acaricia minha alma
Pensamento rápido as rimas falham 
A fotografia de meus olhos
Acariciam minha poesia
O vento acaricia minha nuca
Leva-me ao encontro de olhares outros
Todos os sentidos perdem o sentido
Sinto, sentida sinto tudo a Flor da pele
Tempo, tempo sem sentido
Juramos ter, sentir, ver passar
Ser dono e afins
Tempo embriaga-nos,
Perdemos o sentir e o sentido real do tempo.
A dança dos olhares
A dança do tempo
Entardece sem percebermos
Amanhece sem percebermos
A música faz morada no tempo
Nos tira de um tempo
Nos leva ha um tempo
Levo em mim um tempo inexistente
Onde a música, a fotografia e a escrita
Salvam-me, fazendo poesia de um tempo e carícia inexistente.

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