Embriagada de Poesia - Marta de Souza


Tentei me desenhar embriagada de poesia, enquanto me perguntava se sou um pouco da poesia que vejo nas coisas e nas pessoas.
No papel "eu" era, desenhando-me,
sabendo que a poesia era à própria vida,
colocando os fatos pra fora
do bucho da mente.
Estranhamente comecei a beber do meu próprio vômito.
Restou poesia.
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(Marta de Souza)

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