SPVA - Poeta Erilva Leite é homenageada em sarau na Livraria Nobel

Erilva Leite, poetisa nascida em São José do Egito, PE. Como ela mesma fala, “só nascida”, porque de fato morou em Itapetim também PE até 1988 e veio para Natal e aqui reside desde então.
É formada em Letras, professora de Língua Portuguesa, se realiza em sala de aula como disse em uma conversa informal - em uma de nossas conversas. Ela participou da votação como a poetisa do mês de abril e de fato para a sua surpresa, foi a contemplada, por ironia do destino teve o celular roubado um dia antes do bate-papo Literário, o que a fez participar em um grupo privado do facebook, sobre o mesmo; o que a deixou bem solta e falante como é para todos que a conhecem de forma mais aproximada, ela disse que “não se vê como poeta”, já que não gosta do termo poetisa, mas que “gosta de escrever e escreve com liberdade”, não gosta muito de falar sobre seus poemas, mas gosta de ouvir que falem deles, seu estilo é próprio, tem uma certa facilidade de escrever e não tem um estilo único, coisa que parece deixá-la na dúvida quanto a sua personalidade poética, deve existir ou não? [Pergunta que fica em aberto e sem resposta]

E no último sábado do mês de abril lá estava ela, na Livraria Nobel Salgado Filho, casa onde tão bem acolhe todos os poetas, estava para receber a homenagem de todos os poetas-amigos da SPVA, Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN, quem em primeira mão leram seus poemas e em um segundo momento, foi aberto para que outros poemas fossem lidos. Segundo ela, foi uma noite especial em que agradeceu com estas palavras:

“Noite encantada para mim, sarau na Livraria Nobel Salgado Filho, com os poetas da SPVA, Sociedade dos poetas Vivos e Afins do RN, na qualidade de homenageada, fiquei feliz com a interação de todos, e com as perguntas feitas a mim no bate-papo literário via Facebook, grata a todos os que compartilharam meus poemas, aos que leram e ou analisaram, agradeço ainda mais a pessoa de Ozany Gomes que está brilhantemente à frente deste trabalho e a todos que cooperam e participam de uma maneira ou de outra. Para mim uma noite inesquecível, abraço cordial a todos e minha eterna gratidão!”

Assim finda o encontro poético da nossa pernambucana que escreve poesia porque não cabe em si e homenageia de certa forma todos os artistas da sua terra, segundo ela mesma terra de poetas.

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